Curiosidades

Descubra o que você nunca imaginou sobre o presidente Fernando Collor


Lançamento de livro da ex-mulher de Collor


A ex-mulher de Fernando Collor de Mello, Rosane Collor, lançará um livro procurando esclarecer alguns fatos históricos importantes do Brasil. Neste, ela espera contar sua versão do impeachment sofrido pelo então marido há duas décadas. O que ela sentiu e as mentiras que foram contadas pelo marido, prometem ser os focos. Rosane também acredita que o motivo da briga entre os irmão Pedro Collor e Fernando Collor foi inveja.



Música Metal contra as Nuvens da banda Legião Urbana

A música Metal Contra as Nuvens é uma das canções mais longas da Banda Legião Urbana. A letra foi lançada em 1991, o mesmo ano dos escândalos do ex-presidente Fernando Collor de Mello. A banda nesta época tinha como característica compor músicas críticas. Em entrevista a Folha de São Paulo, em 2001, Renato Russo afirma que a letra é uma crítica contra a corrupção do ex-presidente.   
(www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u18180.shtml).


No Trecho abaixo, fica evidenciado a crítica:


"Quase acreditei na sua promessa
e o que eu vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
perdi o meu castelo e minha princesa


Quase acreditei, quase acreditei


E, por hora, se existir verdade
existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roube
mas vou guardar o meu tesouro

caso você esteja mentindo."








Descubra o que você nunca imaginou sobre o presidente Juscelino Kubitschek

JK e sua mãe, Júlia Kubitschek



Você sabia que JK tem origem cigana?

Juscelino Kubitschek foi o único presidente de origem cigana em todo o mundo. Embora nunca tenha falado sobre isso abertamente. Sua mãe, Júlia Kubitschek, possuía descendência tcheca (o sobrenome Kubitschek é uma germanização do original tcheco Kubíček) e etnia cigana.






Você sabia que JK já foi derrotado nas urnas?

No final da vida, JK quis ingressas na Academia Brasileira de Letras, que é aberta não apenas a escritores, mas também a expoentes da vida nacional.
Em época de ditadura militar, os militares não gostaram e pressionaram o presidente da entidade, Austregésilo da Athayde, para impor que Juscelino sofresse o que seria a sua única derrota eleitoral em toda a vida. A Academia tinha pedido um financiamento para construir um edifício ao lado de sua sede, no centro do Rio, terreno que por sinal foi doado por JK quando era presidente. Se JK fosse eleito, os militares não concederiam o financiamento.
Apesar das pressões, sondagens indicavam que ele poderia ganhar. No dia 23 de outubro de 75, Juscelino perdeu a disputa para o escritor goiano, Bernardo Élis, por vinte votos a dezoito. Recebeu a notícia na casa de sua filha Maria Estela, onde havia uma festa preparada. "Vamos virar essa página", disse ele. Depois JK comentou: "Me venderam por um bloco de cimento". Juscelino fez questão de comparecer à posse de Élis e lhe dar os cumprimentos. 
JK pertenceu, desde 1974, à Academia Mineira de Letras, e em 1976 recebeu da União Brasileira de Escritores o troféu Juca Pato, como o intelectual do ano de 1975.

Você sabia que JK tem uma ponte com seu nome?

Em Brasília a ponte que passar por cima do Lago Paranoá recebe seu nome. Essa ponte tem várias características que valem a pena citar:
- A quantidade de aço usada foi duas vezes maior que a utilizada na construção da Torre Eiffel, em Paris (França).
- A ponte foi construída em menos de um ano, o que é um feito considerando seu projeto audacioso.
- As máquinas de perfuração são dos mesmo tipo que as utilizadas na construção da Ponte Rio-Niterói (Rio de Janeiro.

Ponte Juscelino Kubitschek 

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